marcas-me o corpo
com o punhal, com calma
duas metades sulcas
com gelo e exaltas
fendes o credo
arruinas a salva
quente o escorpo
laceras a alma
no castelo de cartas
do meu conto de fadas
não duas mas três
ameias eriges
e num rasgo desfloras
do amor a grinalda
no castelo das cartas
do teu conto de nadas
destrunfaste o momento
que eu colei com cola
cegaste com copas
ao hesitar na vaza
e o terno cortaste
com a dama de espadas
coragem dizes ser
não temer a verdade
ouço-o, é-me sacro
sacrifico e fico
para recordar apenas
o que nunca desiste
e nunca mais esquecer
que o meu amor existe
andalsness
Saturday, October 27, 2007
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